À vezes, tudo pesa: as cobranças, o trabalho, as relações.
A análise é um espaço para respirar, falar e se escutar com calma.
Aqui, cada encontro é um passo na travessia do que você vive.
À vezes, tudo pesa: as cobranças, o trabalho, as relações.
A análise é um espaço para respirar, falar e se escutar com calma.
Aqui, cada encontro é um passo na travessia do que você vive.
A psicanálise é um espaço de fala, escuta e tempo.
Um lugar onde você pode dizer o que sente, mesmo sem saber por onde começar.
Diferente de outras terapias, aqui o foco não é corrigir comportamentos ou dar respostas, mas compreender o que se repete, o que dói, o que insiste.
A fala é o caminho: à medida que você fala, algo se organiza, se transforma, encontra sentido.
Cada pessoa chega por um motivo.
Alguns chegam à análise atravessados por ansiedade, insônia, crises de pânico, dificuldade de se relacionar, luto, ou simplesmente uma sensação de vazio.
Outros não sabem exatamente o que estão sentindo — só percebem que algo não vai bem.
A análise é para quem deseja entender o que está acontecendo consigo e encontrar um modo próprio de lidar com isso.
Geralmente, as sessões têm cerca de 60 minutos e acontecem uma vez por semana, de forma presencial ou online. Porém, a duração e a periodicidade são alinhadas junto com você.
O primeiro encontro é uma conversa livre — um espaço para você falar e entender como se sente nesse formato. Este primeiro encontro não é cobrado, trata-se de uma conversa para nos conhecermos.
Valores, duração e periodicidade da análise são alinhadas no primeiro encontro, a partir daí, construímos juntos o tempo e o ritmo da análise.
Meu nome é Diego de Souza.
Sou psicanalista e dedico meu trabalho à escuta — àquilo que, muitas vezes, não encontra espaço para ser dito no dia a dia.
Meu apoio na psicanálise está em Freud e Lacan , que compreendem o sofrimento não como um problema a ser corrigido, mas como algo que pede lugar para ser ouvido. É a partir dessa perspectiva que sustento meu trabalho: com calma, atenção e respeito ao tempo de cada sujeito.
Atendo especialmente jovens e adultos em momentos de transição — etapas da vida em que as escolhas pesam, as relações se confundem e o futuro parece incerto.
Acredito que a análise é justamente esse espaço para respirar, falar e, pouco a pouco, encontrar um modo mais próprio de viver consigo e com o mundo.
Em cada encontro, o que me guia é simples: a escuta como travessia.
Se você sente que é o momento de falar sobre o que está vivendo, podemos marcar uma primeira conversa.
Atendo presencialmente em São Paulo.
É um espaço simples: só você, sua fala e o tempo que ela precisar.